CASA RORAIMA: Espaço valoriza saberes tradicionais e cultura indígena no Viva Roraima

Foto: SECOM/RORAIMA

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Da: SECOM/RORAIMA

Criada para destacar a ancestralidade e a diversidade cultural do estado, a Casa Roraima tem se consolidado como um dos espaços mais visitados do Festival Viva Roraima, realizado pelo Governo do Estado e pelo o Sebrae-RR, no Parque Anauá.

Até este domingo, 26, o público pode conhecer e interagir com uma ampla variedade de produtos e experiências que representam a identidade dos povos originários e a riqueza cultural roraimense.

De acordo com a gestora de projetos de turismo do Sebrae-RR, Kamyla Brasil, esta é a primeira edição do espaço dentro do festival, pensado como um ambiente de imersão cultural.

“A proposta foi criar um espaço que conte a nossa história, que fale sobre as etnias, sobre a ancestralidade e a diversidade cultural de Roraima. A Casa Roraima foi idealizada como o coração do festival”, explicou.

No local, os visitantes participam de oficinas de confecção de panelas de barro, pintura corporal indígena e têm acesso a conteúdos educativos sobre os povos tradicionais do estado. O espaço também reúne apresentações culturais e exposições organizadas com apoio do Museu Integrado de Roraima.

“Aqui temos elementos muito característicos da nossa cultura, como as panelas de barro da Raposa Serra do Sol, com as artesãs ensinando a técnica, além do grafismo indígena, da dança Parixara e de exposições que contam a nossa história”, destacou Kamyla.

O secretário de Cultura e Turismo, Cássio Gomes, ressaltou a importância da iniciativa dentro do festival e o papel do espaço na valorização da identidade roraimense.

“A Casa Roraima mostrar que temos um Estado diverso, rico em cultura e tradições. É um espaço de valorização dos nossos povos originários e de fortalecimento da nossa identidade cultural para quem é daqui e para quem nos visita”, afirmou.

Além da valorização cultural, a Casa Roraima também funciona como vitrine para geração de renda de artesãos e produtores locais. Funcionária da Sepi (Secretaria dos Povos Indígenas), a artesã Labelle Bantim ressaltou a importância do espaço para a divulgação do trabalho.

“A comercialização é fundamental para nós. Um evento como esse permite mostrar nossa arte para mais pessoas e despertar o interesse pelo nosso trabalho”, afirmou.